A zona franca de
Larnaca: os empregos
Graças a uma mão
de obra qualificada, boas relações industriais e um custo de vida fraco,
adicionados com instalações bancárias e equipamentos de telecomunicação
modernos, uma situação geográfica estratégica e uma acessibilidade
internacional pelo mar ou pelos ares, Chipre é um espaço ideal para os
investimentos directos no estrangeiro. Para além disso, as relações amigáveis,
que o governo cipriota tem com o Médio Oriente, os países árabes a africanos,
são uma vantagem inegável.
Além disso, o
acordo de pauta aduaneira assinado entre Chipre e a União Europeia representa
grandes oportunidades para os industriais cipriotas, assegurando-lhes assim um
livre accesso ao vasto mercado europeu.
Mas a zona franca
de Larnaca dispõe de muitas outras vantagens, apresentadas em seguida:
A zona franca de
Larnaca encontra-se a 6 km do aeroporto de Larnaca, a 9 km do porto de Larnaca
e a 48 km de Nicósia. A zona foi aproveitada e árvores foram plantados para
criar um ambiente moderno e agradável para as empresas e para a mão-de-obra
empregada na zona.
A zona franca
situa-se na autoestrada principal Larnaca-Limassol e é protegida em toda a
volta por um perímetro de segurança. A estância de desembaraço aduaneiro
situa-se na entrada da zona o que permite de efectuar o processo de desalfandegamento.
Uma rede de estradas de serviço conduz até
cada sítio industrial. Esses sítios são abstecidos com água e electricidade e
também com linhas de telefone.
No âmbito da Nova
Política Industrial adoptada em Junho de 1999, os empresários beneficiam das
seguintes condições:
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Concedimento
de um sítio industrial ao preço de 1.55€ por ano durante os primeiros cinco
anos.
¨
Abastecimento
de electricidade gratuito.
¨
Fornecimento
de linhas de telefone gratuitamente.
A Autoridade da
Electricidade de Chipre é o organismo que produz e fornece a energia eléctrica
para o uso industrial, comercial, agrícola e residencial. A voltagem é de 240V
- 50Hz, em monofásica, ou de 415V - 50HZ, em trifásica. Todavia, importantes
consumidores industriais ou comerciais podem ser abastecido, se for necessário,
em 11000V - 50Hz.
Para obter outros
pormenores ou informações no que diz respeito à electrificação nessa zona pode
contactar:
Ammochostos- Larnaca
E.A.C Area Office
7 Kimon str
- >6301Larnaca – Cyprus
Tel: +357-24-653
201, fax:+357-24-628919.
A Autoridade das
Telecomunicações de Chipre oferece uma variedade de serviços básicos e
avançados de telecomunicações, assim pode responder a uma grande série de
necessidades do consumidor empresarial no que diz respeito às comunicações de
voz e de dados, fixas e móveis. Os serviços baseados na Internet são também
propostos. Graças aos diferentes serviços que propõe, a zona franca de Larnaca
é uma região atractiva para as empresas que precisam de meios de
telecomunicação rápidos e confiáveis.
Situada perto do
porto de Larnaca, a zona franca oferece um accesso rápido aos cais onde os
carregamentos importantes e os contendores são tratados. Em 1998, 600000
toneladas de mercadorias transitaram pelo porto de Larnaca e 300000 toneladas
transitaram pelo porto de Limassol que é o principal porto da ilha.
Existem percursos
regulares que partem de Larnaca e de Limassol para a maioria dos portos do
Mediterrâneo e também para a Grã-Bretanha, França, a Alemanha, Holanda, os EUA,
a Índia e o Extremo Oriente.
O Ministério do
Comércio, da Indústria e do Turismo responde a todas as perguntas relativas à
zona franca de Larnaca.
Ministry of Commerce,
Industry and Tourism
A. Araouzos Street
Nicosia – Cyprus
Tel: 00 357 22
867100 –
Fax: 00 357 22
375120 –
Telex: 2283
Larnaca zona
franca: os empregos
Não existe nenhum
tratamento especial no que diz respeito ao trabalho na zona franca de Larnaca.
A legislação do trabalho e as condições de emprego são idênticas às em vigor no
resto da ilha.
O governo
cipriota sempre salientou a importância dos ensinos gerais e profissionais como
factores essenciais para o desenvolvimento económico e social, nomeadamente no
que diz respeito às soluções contra a falta de capitais e de recursos naturais
na ilha. Essa política refleta o dinamismo profundo dos cipriotas para os
estudos. Por isso a população cipriota é uma mão-de-obra qualificada e
polivalente. Cerca de 58% dos alunos no ensino secundário continuam os estudos,
o que constitui portanto uma reserva importante de futuros diplomados com
experiências e meios diversos. Além disso, os cipriotas são trabalhadores
assíduos, flexíveis e honestos. Esta mão de obra é uma das principais vantagens
da ilha.
Por fim, apesar
das condições de pleno emprego que se encontavam em Chipre em 1998, uma reserva
de pessoal administrativo e técnico, qualificada e bilingue, é disponível
imediatamente, devido ao facto que a maioria dessas pessoas são jovens
diplomados.
Chipre
desenvolveu um sistema de formação completo e bem integrado e cujas
características principais baseam-se sobre a identificação e a evolução das
necessidades de formação com estudos e inquéritos, sobre a organização, a
promoção e a coordinação de actividades de formação apropriadas com o objectivo
de satisfazer essas necessidades, a criação de infra-estructuras de formação e
também a implementação de um sistema de fundos.
Aliás, a
Autoridade de Formação Industrial de Chipre (AFI) desempenhou esse papel como
agência nacional para a formação e o desenvolvimento da mão-de-obra. O papel da
AFI é de criar as condições necessárias para oferecer, de maneira organizada e
metódica, uma formação para a mão de obra cipriota, em todos os níveis e em
todos os sectores com o objectivo de responder às necessidades da economia no
âmbito de todas as políticas de desenvolvimento socio-económico nacional.
Uma rede muito
desenvolvida de centros de formação propõe programas nos sectores públicos e
privados. Entre tais instituições que continuam de ameliorar e de desenvolver
as suas actividades, existem:
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O Centro
de Productividade de Chipre: o seu objectivo é de aumentar a productividade com a proposta de ensinos
de formação profissionais aos operários e também estágios de formação às
técnicas de gestão modernas para os empresários, os contramestres e os
executivos.
¨
O
Instituto Superior Hoteleiro: organiza ensinos da formação ab-initio e estágios hoteleiros e de
restauração, nos domínios da gestão e da técnica.
¨
O
Instituto Superior Técnico: occupa-se da formação dos engenheiros técnicos relativamente às
especializações de engenharia civil, eléctrica, mecánica e da marina. O seu
objectivo é de criar um pessoal qualificado para ocupar os cargos de direcção
nos serviços técnicos da indústria.
¨
Os níveis de
rendimentos e dos custos salariais cipriotas são inferiores aos custos em vigor
nos países industriais. Aliás, em 1997, a taxa de rendimento média para todos os
funcionários era de 1313 euros por mês.
As modalidades e
as condições de emprego fazem geralmente parte duma convenção colectiva
negociada entra os sindicatos e os empresários e/ou as organizações patronais.
Esses elementos variam segundo o sector de actividade, a profissão, a
qualificação, a experiência e também segundo outros factores.
O rendimento
médio mensal de um operário é de 860 euros para um operário não qualificado,
enquanto o rendimento de um artesão qualificado é de 1189 euros. No que diz respeito
aos rendimentos dos executivos, além dos estenógrafos e dos dactilógrafos, são
geralmente de 1614 euros.
As convenções
colectivas regulam os horários de trabalho, as horas extraordinárias e as
outras vantagens diversas como o 13° mês, a caixa de previdência e de doença,
as licenças por doença, as férias anuais e o reajusto dos salários em caso de
inflação. A legislação determina um salário mínimo ( 444 euros durante o
recrutamento e 480 euros após seis meses de trabalho para o mesmo patrão) para
os empregados de escritórios, os vendedores, as assistentes maternas, as
assistentes de puericultura e as enfermeiras auxiliares. A lei determina também um número de horas de
trabalho máximo e outras limitações de tempo de trabalho em certos casos, por
exemplo a semana de 44 horas para os escritórios e a semana de 40 horas para as
lojas.
O sistema de
segurança social cobre de maneira obrigatória todos os funcionários e os
trabalhadores independentes da ilha.
A contribuição ao
sistema faz-se em função dos rendimentos e é paga pelos empregados, pelos
empresários e pelo Estado. No que diz respeito aos funcionários, essa
contribuição é de 16.6% dos seus rendimentos até um máximo actualmente fixado
em 2750 euros por mês. 6.3% dos 16.6% são pagos pelo empregado, 6.3% pelo
empresário e 4% pelo Estado. Qualquer pessoa coberta pelo regime de segurança
social pode beneficiar dos subsídios seguintes: subsídios de desemprego, de
doença, de maternidade, de pensão de invalidez, de velhice e de reversão.
Os empresários
devem também cotizar 3% para o Fundo de Defesa, 1.2% para o Fundo de
Previdência contra o desemprego e 0.5% para o Fundo de Formação Industrial.
Além disso os empregadores devem cotizar para o Fundo central de previdência
para as férias, com o objectivo de assegurar as férias anuais dos seus
empregados. A cotização equivale a 6% dos rendimentos do empregado para 3
semanas de férias. Os empresários podem ser exonerados, sobre pedido, mas devem
então pagar eles próprios as férias dos seus empregados.
As empresas
extraterritoriais e os seus pessoais estrangeiros são exonerados de todas as
contribuições aos fundos previamente citados.
Por fim,
numerosas companhias gerem, com a participação dos sindicatos, fundos medicais
e caixas de previdência ou pensões de reforma.
O tempo de
trabalho dos Cipriotas varia entre 36 e 42 horas por semana, e a norma é de 38
horas na indústria. A semana de 5 dias é actualmente aplicada nos sectores
públicos, semi públicos e nos bancos, enquanto é largamente aplicada no sector
privado.
Cada funcionário
tem direito a pelo menos 3 semanas de férias anuais pagas. A legislação
relativa às cessações de trabalho protege os funcionários contra os licenciamentos
abusivos e obriga o empregador a conceder um prazo de pré-aviso ao futuro
licenciado, esse prazo varia em relação a antiguidade do empregado na empresa.
Em caso de
cessação de trabalho por causa de licenciamento, o empregado tem direito a uma
indemnisação do fundo de previdência contra o desemprego.
A constituição e
a lei sindical de Chipre garantem a liberdade sindical. 75% da mão-de-obra est
sindicada, essencialmente na indústria e no artesanato. A maioria dos
funcionários são membros duma das maiores confederações sindicais da ilha, as
quais incluem operários e executivos dos sectores privados e semi-públicos.
O patronato é
organizado em 36 associações que representam os diferentes membros da Federação
dos Empresários e dos Industriais de Chipre (FEIC). O papel dessa organização é
de ajudar as empresas membras no que diz respeito às convenções colectivas. A
FEIC deve também informar e aconselhar os seus membros relativamente aos problemas
sociais, económicos e de emprego. Além disso, representa os interessos e as
opinhões do patronato junto do governo, dos sindicatos e da população.
A Câmara do
Comércio e da indústria de Chipre (CCIC) representa todos os empreiteiros da
ilha. Os seus membros são oriundos do comércio, da indústria e dos serviços. A
CCIC é associada com 52 associações profissionais oriundas de todos os sectores
da actividade económica.
A CCIC, cuja sede
situa-se em Nicósia, é uma federação das diferentes câmaras do comércio e da
indústria de Chipre. É um membro activo da Câmara do Comércio Internacional, da
Associação das Câmaras dos Comércio e da Indústria Europeias (Euro Câmaras) ,
da Assembleia Mundial dos Serviços Comerciais das Câmaras do Comércio e da
Indústria do Mediterrâneo e também da Associação Internacional da Numeração de
Artigos.
Para além disso,
esse organismo deve nomeadamente:
¨
Atestar os
certificados de origem, autentificar as facturas e os outros documentos necessários
para os exportadores;
¨
Aconselhar e
informar sobre o comércio, a indústria e as outras actividades comerciais;
¨
Juntar e
difusar informações relativas às questões económicas gerais;
¨
Representar
e promover as posições dos empreiteiros cipriotas junto do governo, dos
sindicatos e da população no que diz respeito aos assuntos económicos.
A política
actual no que diz respeito aos
estrangeiros que desejam trabalhar em Chipre tem como objectivo de conceder autorizações
temporárias de trabalho para profissões bem definidas com a condição que nenhum
Cipriota qualificado seja disponível.
Projects of Infrastructure
in Cyprus
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(in French) |
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Cyprus
TRADE CENTRE,
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